A volta dos que não foram – Um aviso aos leitores

É, podem dar bronca mesmo… Nós merecemos! Depois de muitos meses vamos voltar a publicar conteúdo original em nosso site. Nossos leitores não merecem tanto descaso! Não devemos ser como o Estado (ironia e um café, por favor).

Mas a demora se justifica: estamos passando por uma transição fundamental em nossas diretrizes, ou seja, estamos estudando a abordagem de outros temas que as pessoas de nossa página possam ter interesse. Afinal, o bom é ser diferente, não e mesmo? E todos sabemos que nerd bom é nerd informado e com cabeça sã.

É por conta desses apontamentos que decidimos introduzir as novas áreas de politica, economia e direito em nossa página. Agora além das analises completa sobre jogos e nossa opinião sempre divergente em relação ao que acontece no mundo dos jogos, vamos nos aprofundar no mundo real que influi diretamente na vida cotidiana dos gamers e da população em geral.

Esta na hora de relacionarmos o quanto a politica econômica do nosso pais atrapalha em nosso hobby e leva embora toda expectativa de crescimento e desenvolvimento amplo do mercado de jogos, tanto em sua importação, quando pronto, quanto no desenvolvimento por estúdios brasileiros.

O fomento pouco estimulado e as chances de engajamento no mercado mundial de desenvolvimento e aprimoramento de jogos eletrônicos, ou digitais, como queiram, empurram o Brasil para baixo das tabelas no quesito cultural e de custo x benefício dessa vertente já antiga porém muito conhecida. Não queremos e nem devemos ficar apenas com o reconhecimento por abrigar feiras, ou sermos um dos povos que mais gastam na aquisição de jogos, e até mesmo quando surgimos nos noticiários internacionais como destaque em nossas equipes para MOBAs. Devemos também batalhar para que um novo paradigma se levante e que nosso País seja um grande expoente para exportação de tecnologia e desenvolvimento de jogos.

Já divulgamos aqui o quão importante papel os games desempenham nos dias de hoje: na educação tem espaço garantido na interatividade, forçando o raciocínio lógico e ajudando no desenvolvimento da coordenação motora. Em outros casos, aproxima e ajuda a desenvolver o lado social e psicológico das crianças e adultos portadores de deficiências físicas e mentais.

Um dos maiores problemas que impedem que todos tenham acesso a esse nicho é justamente o alto custo de implantação ou realização: nem todas as escolas brasileiras tem suporte para rodar um jogo didático por mais “free” que ele seja.

A falta de políticas públicas para a realização dessas tarefas contribuem para um ensino engessado e não raras vezes retrogrado.

A introdução dos tablets para o ensino interativo foi, de fato, um grande passo, porém não cobre mais que 10% da totalidade de escolas brasileiras. Esse fato chega a ser relativamente bizarro, tendo em vista, principalmente, que o desenvolvimento de apps é infinitamente mais barato do que plataformas avançadas como as de console, por exemplo.

É amigos, resumindo: estamos lascados. Mas nós não vamos ficar quietos. E desejamos que você, nosso leitor, também não fique. Opine, divulgue e debata. Porque ser gamer, meu caro amigo, é muito mais do que sentar o popozão na cadeira e atrofiar os dedos num controle… Por isso fica aqui o aviso aos leitores.

Cruj, cruj, opa, pera…. Fui, fui, Big J.

 

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